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Investir em imóveis em Florianópolis: rentabilidade, aluguel por temporada e ROI

Entre a valorização patrimonial e a renda de aluguel, a ilha oferece um dos binômios risco-retorno mais atrativos do litoral brasileiro.

26 maio 2026
2 min de leitura
Investir em imóveis em Florianópolis: rentabilidade, aluguel por temporada e ROI

Florianópolis se tornou uma das praças preferidas do investidor imobiliário brasileiro e estrangeiro. A razão é a combinação pouco comum de duas fontes de retorno que, na ilha, jogam a favor ao mesmo tempo: a valorização do ativo e uma renda de aluguel sustentada pelo turismo.

Os três componentes do retorno

O retorno de um investimento imobiliário em Florianópolis se decompõe em três elementos:

  • Valorização do ativo. Segundo a FipeZAP, os imóveis da cidade valorizaram 9,44% em doze meses (até janeiro de 2025), quase o dobro da média nacional.
  • Renda de aluguel. O fluxo de caixa periódico, especialmente forte no segmento de temporada.
  • Alavancagem. Quando se financia parte da compra, a rentabilidade sobre o capital próprio é amplificada (nos dois sentidos).

Aluguel por temporada: ocupação e demanda turística

Aqui Florianópolis se destaca com clareza. A cidade registra a maior taxa de ocupação mediana do Airbnb entre as principais cidades brasileiras, em torno de 57%, e aparece entre os destinos em alta no mundo. O mercado entendeu o recado: segundo a Economia SC, cerca de 40% dos lançamentos imobiliários recentes na cidade são voltados especificamente ao aluguel por temporada.

Uma ocupação elevada e sustentada durante boa parte do ano é o que permite que a renda do aluguel por temporada supere a do aluguel tradicional, compensando a gestão mais intensa que ele exige.

Onde olhar

Cada região oferece um perfil de investimento distinto:

  • Centro — liquidez, aluguel anual e proximidade do emprego; um dos focos de maior valorização recente.
  • Jurerê — segmento premium e alta sazonalidade turística.
  • Ingleses e Campeche — forte demanda de temporada e tíquetes de entrada mais acessíveis.

Riscos e considerações

Nenhum retorno é garantido. A rentabilidade de temporada é sazonal e sensível ao fluxo turístico; a regulação municipal do aluguel de curta duração pode mudar; e a alavancagem amplifica tanto os ganhos quanto as perdas. A devida diligência sobre documentação, condomínio e projeção de ocupação continua sendo indispensável.

Fontes

  • Índice FipeZAP / Fipe — Relatório residencial de venda 2024–2025.
  • Airbnb — Dados de ocupação e tendências de destino (2025).
  • Economia SC — Lançamentos imobiliários voltados à temporada (dezembro de 2025).